quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Sozinha nessa escuridão
Não vejo nada
Não tenho ninguém
Tenho um fardo doloroso
Em cima das costas.
Que dói e machuca
Me impossita de seguir em frente
Cria em mim um retrocesso
FAz - me caminhar para o passado
Ou simplesmente,
Não faz nada,
Me paraliza
Me mata aos poucos
Me tortura
Tirando cada coisas de meu alcance
Tirando a minha vontade de viver.

Ali no fim do túnel.
Não há luz
Não há esperança
Não há nada à minha espera.
Senão, a morte
Dolorosa desejada por ninguém
Somente por mim!

2 comentários:

A. C. O'Rahilly disse...

Esta tristeza é um túnel, também. Eu quero saber por quê ...?

Jac Carvalho disse...

xiiiiiiiiii