quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Qual o sentido da vida nesse mundo? Sofrer, agonizar nas filas dos hospitais? Morrer de frio em uma calçada durante um rigoso inverno? Ter a sociedade conduzida e manipulada pelo tráfico de drogas e armas? E qual o sentido da morte? Ser mais um dos bilhões de corpos estendidos no chão? Ser mais um dos famintos que falecem sem um pedaço de pão? Ser mais uma vítima da sociedade. Queal o nosso sentido nesse mundo? Nascer; crescer; abandonar os estudos, porque se você trabalha não estuda e vice - versa; reproduzir alguns filhos para acabr na miséria desse mundo; e finalmente, morrer deixando para traz uma vida sem sentido, sem felicidade, sem nada. Uma vida que não pode ainda ser vivida.





Em: 05/01/2008

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

País Tropical

Moro num país tropical
Que está longe das benções divinas
País que é governado por chacinas
Criando a nossa história mundial

País que era bonito por natureza
Com nossos índios,
Florestas
Rios
Mas,
Destruiram nossa beleza
Destruiram nossas riquezas
Acabaram com o nosso Brasil

E em janeiro e fevereiro
Tem o nosso famoso Carnaval
Nosso grande orgulho nacional
Que já ganhou fama internacional.
E depois do festeiro
Começa tudo
Escolas, médicos, hospital
A vida inicia depois do carnaval
No nosso querido país tropical..



(trecho extraído do poema País tropical.
Criado por : Camila Alves
Em : 10/02/2008)

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Queria poder dizer adeus a este mundo
Queria findar logo minha vida
Esta que há tempos já acabou
Vida dolorosa e ingrata
Sinto o peso do mundo nas minhas costas
E revolto - me com a situação que ele se encontra
Revolto - me comigo mesma
Essa pessoa covarde em que me transformei
Não tenho coragem de extinguir minha vida
Não tenho coragem de por meu plano em prática
Covarde e ingrata
Tantos querendo viver
E eu morrer,
Terminar com o sofrimento da minha alma
Acabar com a angustia no peito
MOrrer e encontar a paz interior
Tudo outra vez
Solidão bate na porta
O que foi que voce fez?
O sonhou acabou
Esse que não começou

Saiba que aqui estou
Em prantos te esperando
Aguardando a sua volta
Anciosa por seu amor

Mate -me de uma só vez
Diga tudo o que sente
Fale que não me quer
Que nada por mim sente.

Espero que sejas sincero
Assim como eu fui
Mas não me faça a perder a vida
Aqui te esperando
E vendo meus sonhos todos acabando.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Tenho medo que tudo seja uma ilusão
Que o amor que alimenta meu coração
Termine sem alguma explicação
Parece ser uma quimera
MAs, sabemos o que vivemos
Ao menos, sei eu
E por isso temo perder -te
Cada palavra, cada ação
Tudo o que venho fazendo é calculado
PAra não corromper teu coração
POrque sinto que somos um do outro
Nos pertencemos sem nos pertencer
Eu te completo, tu me completas. Nós nos completamos
E seguimos assim,
amando.
Sozinha nessa escuridão
Não vejo nada
Não tenho ninguém
Tenho um fardo doloroso
Em cima das costas.
Que dói e machuca
Me impossita de seguir em frente
Cria em mim um retrocesso
FAz - me caminhar para o passado
Ou simplesmente,
Não faz nada,
Me paraliza
Me mata aos poucos
Me tortura
Tirando cada coisas de meu alcance
Tirando a minha vontade de viver.

Ali no fim do túnel.
Não há luz
Não há esperança
Não há nada à minha espera.
Senão, a morte
Dolorosa desejada por ninguém
Somente por mim!