Poderia escrever várias coisas aqui,
E várias acolá,
Poderia encher de palavras várias páginas
Letras
de
scompas
sadas,
Sem ritmo
Dançando uma balada na folha
Onde cada verso
Inventa seu passo.
Poderia encher seus olhos de lindas escritas
Milhões, trilhões, zilhões
Termos dispostos sem rima
Destruir o encanto da poesia
Que considero a maior
obra – prima.
E de repente, não mais que de repente.
Viver por ai contente,
Escrevendo versos
Estribilhos, estrofes, rondós
Escrever desesperadamente
Fazer versos tetrassílabos
Pentassílabos
Alexandrinos.Sem saber ao menos a métrica em um soneto
Mas, toda essa complexidade.
Confunde demais essa pobre aprendiz.
Prefiro escrever meus versos livres e
brancos.
Escrever os versos que sempre fiz.
Por: Camila A.