quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Querido Papai Noel

Querido Papai Noel.
Nesse ano que passou
Sinto que a minha vida mudou.
Comecei a pensar diferente
Comecei a pensar como gente
Querido papai noel
Neste NAtal não quero
Roupas, brinquedos
Nesse natal não quero chocolate
Na verdade eu só queria
Que o mundo estivesse em harmonia
Que acabassem as guerras por dinheiro
Que acabassem as guerras por um pedaço de Terra
Eu quero que as crianças ganhem comida
Que elas alimentem a fome em suas vazias barrigas.
Que as crianças possam ir a escola,
Talvez no ano que vem.
Quero que o homem se torne mais amoroso
Pare de pensar no poder e só em si.
Que ele comece a pensar em mim, em ti, em nós, nos outros.
Que ele pense que aquela criança lá na esquina
Implorando por um pedaço de ´pão
Poderia ser seu filho que hoje,
TAlvez esteja, cantando alegremente uma canção.
Quero que você, papai Noel
DÊ alegria à quem tem tristeza
Dê amor para aqueles que odeiam
DÊ razão para a espécie continuar a viver.
Papai Noel,
Nesse Natal,
Eu queria apenas uma única coisa
Que você ensinasse o homem
A viver, só VIVER.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

As lágrimas lavam meu rosto
E demonstram o que sinto
Solidão que me apavora
Solidão que me derrota
Solidão que me mata

Talvez eu morra aamanhã
Vitima de uma dose de veneno
Ou de um tiro na cabeça
Ou de uma corda no pescoço.
Tavez amanhã
eu Me mate.

E ninguém irá chorar no meu velório.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

.

Volta temivel depressão
Machuca e doí meu coração
Me leva aos lugares sombrios
por caminhos nunca antes trilhados
Me leva pro abismo
Me leva pra junto da solidão
Mata - me de uma só vez
Terrível depressão!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Essa rua

Aqui nessa rua que não é minha
Aqui nessa rua que não pertence a alguém
Estão querendo tomar posse do Poder
Aquele, que não pertence a ninguém.

Aqui nessa rua que não há donos
Estãotodos em guerra por um pedaço de pão
Aqui nessa rua onde há tempos o sol não nasce
Mora pobreza, desgraça e desilusão.

Aqui nessa rua movimentada
Pela morte, pela sede, pela fome de cidadãos
Já não existem mais amor, carinho e compaixão
São todos obrigados a viver em guerra
Por um pedaço de terra
Por um pedaço de pão
Aqui nessa rua em que mora
A minha eterna depressão.