domingo, 10 de fevereiro de 2008

Queria poder dizer adeus a este mundo
Queria findar logo minha vida
Esta que há tempos já acabou
Vida dolorosa e ingrata
Sinto o peso do mundo nas minhas costas
E revolto - me com a situação que ele se encontra
Revolto - me comigo mesma
Essa pessoa covarde em que me transformei
Não tenho coragem de extinguir minha vida
Não tenho coragem de por meu plano em prática
Covarde e ingrata
Tantos querendo viver
E eu morrer,
Terminar com o sofrimento da minha alma
Acabar com a angustia no peito
MOrrer e encontar a paz interior

2 comentários:

Cris Mariot disse...

sério q tem essa frase no teu poema?
bah, naum lembrava.....
é muita metafisica
ehehehehehe

ti amo negaa

A. C. O'Rahilly disse...

por quê? porque .....

mais....especificidades, por favor