terça-feira, 26 de maio de 2009

Voz

Minha voz angustiada presa em minha garganta

Não consegue se libertar,

Não consegue.

É uma voz de choro, de lamentação

Uma voz que vêm de dentro do coração.

E não sai

Nem o prato que derrama meus olhos

Nem a dor do peito

Incentivam a voz a se destrancar de mim.

Nada a fará ecoar.

Apenas a sombra da morte

Quando se aproximar.

Nenhum comentário: