segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

As lágrimas lavam meu rosto
E demonstram o que sinto
Solidão que me apavora
Solidão que me derrota
Solidão que me mata

Talvez eu morra aamanhã
Vitima de uma dose de veneno
Ou de um tiro na cabeça
Ou de uma corda no pescoço.
Tavez amanhã
eu Me mate.

E ninguém irá chorar no meu velório.

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